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DICAS PARA SEU CARRO

  • Saiba quando é o momento de fazer alinhamento e balanceamento
    Saiba quando é o momento de fazer alinhamento e balanceamento

    Situações como o carro "puxar" para algum lado ou o pneu "comer" de maneira desigual são comuns para quem utiliza o carro como seu principal meio de locomoção. Isso acontece, entre outras coisas, devido a problemas de alinhamento e balanceamento do carro ocasionados pela má conservação das vias públicas, tanto estradas como ruas urbanas. Por isso, a equipe do Bem Simples traz a seguir algumas dicas de quando é o melhor momento para fazer o alinhamento e balanceamento do seu veículo. Confira os passos 1) É recomendável fazer, tanto o balanceamento como o alinhamento, a cada 5.000 quilômetros rodados; 2) Quando se fizer necessária a troca dos pneus, vale também fazer uma revisão do alinhamento e do balanceamento. E, se preciso for, fazê-los; 3) Uma leve ou forte tripidação das rodas pode indicar, entre outras coisas, que está na hora de alinhar novamente o carro; 4) Se o carro "jogar" para algum lado com o volante solto ou quando pisar no freio é um sinal de que o alinhamento não está em suas perfeitas condições; 5) É comum motoristas utilizarem o rodízio dos pneus; cada vez que for feito isso, aconselha-se refazer o balanceamento; 6) Todo e qualquer reparo nos pneus pode acarretar uma mudança na sua estrutura, e, por consequência, afetar o balanceamento; 7) Balancear apenas as rodas dianteiras muitas vezes não acaba com o problema. O ideal é fazê-lo tanto nas rodas da frente como nas de trás; Importante Tanto fatores externos, como buracos, lombadas, "tartarugas", pequenas colisões etc; quanto internos, como má conservação dos freios, excesso de carga, chassi, eixos, entre outros, influenciam direta ou indiretamente o bom funcionamento do alinhamento e do balanceamento.

  • Dicas para economizar gasolina
    Dicas para economizar gasolina

    Com o preço da gasolina mais alto, aprenda algumas maneiras simples de evitar que seu carro se torne um beberrão Com o anúncio do reajuste de 6,6% no preço da gasolina e de 5,4% no diesel, economizar no consumo de combustível ficou ainda mais importante. Mas muitas pessoas não sabem que não é necessário fazer grandes adaptações no carro ou no modo de dirigir para reduzir o gasto de combustível. Basta colocar em prática algumas práticas simples, assim como alguns cuidados com a manutenção. Confira as dicas de especialistas consultados por Autoesporte. Pé pesado para quê? Acelerar e frear bruscamente são alguns dos piores inimigos da economia de combustível, além de ser um perigo para os condutores e pedestres que estão por perto. “Evite picos de velocidade, o correto é conduzir com suavidade. Acelere gradativamente, o motor responderá com eficiência sem consumir exageradamente”, recomenda Aldo Piedade, proprietário da Alpie Escola de Pilotagem. Frear com calma dá ao condutor (em algumas situações) a possibilidade de aproveitar a inércia do veículo para retomar a velocidade, outro ponto a favor da economia. Quando o relevo ajuda Em declives, mantenha o veículo engrenado, acelere o suficiente e aproveite o embalo. É mais uma forma de economizar. “Nessa situação, nunca desça em ponto morto. Use o freio-motor para que o veículo não desça desgovernado e, também, para não sobrecarregar o sistema de freios quando precisar dele”, orienta Piedade. Marcha X RPM Manter uma marcha baixa enquanto o motor está em regime de altas rotações é tão inadequado quanto escolher uma marcha alta para rodar em giros tímidos demais. “Para obter o melhor rendimento com economia, o ideal é trocar as marchas dentro da faixa de torque máximo”, lembra Piedade. A informação está descrita no manual do proprietário. Caso o veículo não traga conta-giros, troque as marchas quando perceber que o motor “ganhou força”. De olho nos pneus Um pneu pode ser responsável por até 20% do consumo de combustível devido à resistência ao rolamento. “Esta resistência depende de fatores externos ao pneu (velocidade, peso e conservação do veículo, pavimento, temperatura, calibragem semanal) e internos, como estrutura, compostos e desenho da banda de rodagem”, comenta Roberto Falkenstein, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli. Ele lembra que, além da atenção com a calibragem, é preciso manter as rodas alinhadas para evitar o aumento do consumo de combustível. Lubrificante também conta Entre os tipos de óleo especificados pela montadora para o motor, escolha sempre o de menor viscosidade. De acordo com Edmilson Santana, consultor técnico da Castrol Brasil, os lubrificantes de baixa viscosidade podem proporcionar redução no consumo de combustível se comparados aos óleos convencionais de maior viscosidade, além de reduzir as emissões de poluentes na atmosfera e aumentar a durabilidade do propulsor. Interferências na carroceria Cuidado ao escolher acessórios para seu veículo. Boa parte daqueles feitos para enfeitar a carroceria pode gerar maior resistência contra o ar, aumentando o apetite do motor. “Um item útil, como o bagageiro de teto, só deve ser montado na capota quando houver necessidade”, diz Marcus Vinicius Aguiar, diretor de Segurança Veicular da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA). Alguns deles possuem formas aerodinâmicas que ajudam a economizar. Eliminando “gorduras” O porta-malas do seu carro está cheio de coisas desnecessárias, que você nem dá atenção? É melhor arrumar outro lugar para essa bagagem. “Carregar peso à toa é outro fator que eleva o gasto de combustível”, lembra Aguiar, diretor da AEA. Segundo um estudo da Volkswagen, um peso de 100 quilos pode equivaler a um gasto extra de até 0,3 l/100 km – na média, já que o tipo de veículo, de motor e desenho da carroceria, basicamente, também influenciam. Refresco para o ar condicionado Nos dias quentes, o ar condicionado ganha status de salvador da pátria. Ainda mais para quem sabe usá-lo da melhor forma. “Quando estacionado sob o sol, o carro atua como uma estufa, já que a massa de ar de seu interior fica mais quente que a do exterior. Ao sair com o veículo, rode com os vidros abertos para acelerar o resfriamento do habitáculo”, orienta Daniel Ângelo, chefe do conceito de Oficinas da divisão Automotive Aftermarket da Robert Bosch. Só ligue o ar condicionado depois disso. Em trajetos curtos, é possível que o sistema nem tenha tempo de cumprir sua função – melhor nem acioná-lo para não desperdiçar combustível. Motor na temperatura ideal Falando em temperatura, o motor consome menos quando está aquecido na medida certa (conforme indica o mostrador no painel). Quanto mais tempo for possível trabalhar dentro desta faixa, melhor. “Por isso, vale planejar bem o uso do veículo. É melhor traçar uma rota para ir a vários lugares de uma vez, se possível, do que recorrer a várias saídas rápidas ao longo do dia”, lembra Ângelo, da Bosch. Fonte: Revista Autoesporte

  • Cuidado, rodar pouco estraga o motor!
    Cuidado, rodar pouco estraga o motor!

    Especialistas explicam o que acontece quando você sai pouco com o seu carro, ou costuma rodar só por alguns quilômetros por perto de casa A publicitária Fernanda Pereira mora pertinho do seu trabalho na capital paulista. Entre ida e volta, o percurso não chega a seis quilômetros. Mesmo assim, ela prefere ir dirigindo. Recentemente, começou a ouvir uns barulhinhos estranhos em seu carro e, quando soube do diagnóstico, teve a desagradável surpresa: o motor estava com problemas devido ao uso restrito. Fernanda tirou pessoalmente a prova de que rodar pouco estraga a motorização, não é apenas um mito. Para saber quem corre o mesmo risco, antes é preciso conhecer o que se entende por rodar pouco. “O que prejudica são os trajetos curtos, que fazem com que o motor não atinja sua temperatura ideal de trabalho. Quando a gasolina não aquece totalmente, ela forma uma camada preta, uma incrustação que dificulta a refrigeração. O motor que trabalha em temperatura mais baixa carboniza mais”, explica o professor de engenharia mecânica da Fundação Educacional Inaciana (FEI), Silvio Sumioshi. Integrante do Centro de Engenharia Automotiva da Poli-USP, o também professor universitário Marcelo Alves ressalta que pode haver fadiga prematura de algumas peças e do próprio propulsor. “Ao rodar percursos muitos curtos, e por pouco tempo, o motor não atinge a condição ideal de funcionamento. Isso pode ser prejudicial por conta de fadiga prematura de alguns componentes. A má aplicação do motor pode fazer com que ele trabalhe mais próximo do seu limite de projeto por um tempo maior, o que faz com que a vida útil seja reduzida”, comenta. Alves afirma ser difícil quantificar a quilometragem ou o tempo necessários para evitar esse desgaste do motor. Já Sumioshi acredita que, de maneira geral, é preciso rodar aproximadamente dez quilômetros. “É o mínimo para evitar danos ao motor, principalmente no inverno, quando ele demora mais para aquecer”, complementa. Mas se você é do tipo que deixa o carro parado por muitos dias, não precisa se preocupar. A não ser que o veículo fique encostado por meses. “Deixar o veículo parado durante meses, sem nenhum uso, mantido sempre desligado, também é prejudicial, pois muitas das peças de borracha e polímeros tendem a se degradar. Assim, mangueiras e vedações podem romper e, com o vazamento de água ou óleo, o motor pode ser danificado. Combustível e lubrificante também estragam e o seu uso nessa condição faz o motor falhar”, ensina o professor da Poli-USP. A dica neste caso é ligar o carro com certa frequência; mas é preciso mantê-lo ligado por um bom tempo. “Não adianta deixar só dois ou três minutinhos ligado, pois isso só piora o problema, entrando na questão de não aquecer direito”, lembra Sumioshi. E, quando for colocar o motor para funcionar, não se esqueça de verificar se algum fluido vazou. Caso tenha ocorrido vazamento, o ideal é consultar o mecânico. Não havendo vazamentos, é importante ter alguns cuidados ao ligar o motor. O lubrificante estará praticamente todo decantado no cárter. A sugestão, nesse caso, é acionar o motor de partida sem que o veículo funcione –, isso faz com que o óleo seja bombeado para todas as partes do motor. Nunca se deve acelerar fundo nessa situação, nem sair forçando o motor. Agora, se o seu problema é utilizar o carro pouquíssimos quilômetros por dia, o professor da FEI recomenda tentar fazer percursos mais longos. Ou, então, deixar o carro em casa quando for apenas até a padaria próxima de casa, por exemplo. Sumioshi recomenda ainda abastecer com gasolina aditivada e usar produtos específicos para a limpeza do motor. “O aditivo da gasolina ajuda a reduzir a carbonização e a limpar a tubulação e os injetores. Para que o combustível aditivado cumpra esse papel, dê preferência para grandes distribuidoras e marcas conhecidas. Esses produtos que misturam na gasolina para a limpeza do motor também são eficientes”, afirma. Levar o carro ao mecânico para uma limpeza profissional também é uma das recomendações do especialista. Fonte: Revista Auto Esporte

  • Alinhamento e Balanceamento
    Alinhamento e Balanceamento

    Você conhece a diferença entre os dois? Quando o motorista leva o seu carro para o balanceamento dos pneus, na verdade o que os técnicos fazem é realizar o equilíbrio entre pneus e rodas, para que haja compensação no conjunto. O motorista deve balancear o carro a cada 10 mil quilômetros. Se não for tão disciplinado, pode notar a necessidade de realização do serviço quando o volante começa a trepidar. E o alinhamento? Esse também deve ser feito a cada 10 mil quilômetros, mas tem outra função no veículo. Ele "organiza" o grau de abertura e fechamento das rodas. Para perceber se o carro precisa ou não ser alinhado, basta notar se há desgaste irregular dos pneus, se o volante está fora de centro e se os pneus vivem cantando nas curvas. Os pneus, mesmo que bem conservados, devem ser substituídos depois dos 80 mil quilômetros. O motorista deve fazer o rodízio de pneus, trocando os da frente pelos de trás e vice-versa, para que não haja muita diferença de desgaste entre eles. O ideal é calibrar os pneus do carro uma vez por semana. Cada veículo tem um número específico - que deve ser respeitado - para a calibragem, nem acima nem abaixo do valor especificado pela montadora. Tomando esses cuidados, o motorista evita que os pneus aqueçam muito e tenham seu desempenho prejudicado e sua vida útil encurtada.